O Curso Livre de Teatro é um daqueles projetos pensados, sonhados e
alicerçados nos valores do exercício cultural da cidade e da arte
teatral. A meta é funcionar como expressão universal e instrumento
transformador.
— O ato da criação, o exercício artístico é inerente ao homem. A arte
não é apenas um fenômeno estético, mas está incrustado na realidade
humana e social, dentro de uma rede complexa de relações. Ser criativo
não é garantia de ser criador — argumenta Maria Helena Gomes,
coordenadora do Curso, que complementa:
— É preciso o instrumento, a ferramenta (o estudo e o conhecimento)
para provocar, promover e estimular a linguagem cênica, na representação
e na experimentação, propiciando a interação entre o ato de criar e a
arte de representar — destaca.
Sob a responsabilidade da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima,
o curso tem o compromisso de incentivar e estimular o conhecimento,
fomentar a cultura e exercitar a prática teatral, descobrindo novos
talentos e trabalhando a formação de plateias.
Já o Curso de Teatro Sequencial viabiliza todas essas descobertas e
descortina um mundo de possibilidades, além do sonho e da magia. Para
Maria Helena, é importante revelar para os alunos, que o teatro demanda
outras competências, além de ator e diretor.
— Por exemplo: iluminador, figurinista, cenógrafo, cenotécnico,
sonoplasta, produtor, designers gráficos, camareira, eletricista,
contrarregra, enfim, uma vasta gama de possibilidades que, esperamos um
dia, ser a realidade de mercado da nossa cidade e região”, ressalta
Maria Helena.
Os Cigarras e os Formigas: adaptação de um clássico no TB
A clássica fábula, em cartaz amanhã no Teatro de Bolso, adaptada pela
autora Maria Clara Machado, é acirrada pela esperteza dos
representantes de outra família: Os Batistas. O romance de Julieta
Formiga e Billy Cigarra ameaça os planos de Haroldinho e sua tia Lota
Batista, uma vizinha bisbilhoteira que não mede esforços para ver o seu
sobrinho casado com Julieta Formiga.
Participam da peça os atores: Carlos Augusto, Priscila Lucas, Lilian
Sales, André Martins, Yhasmani Cabral, Vítor Duncan, Rachel Paes,
Priscila Castro, Paula Quitete , Júlia Luna, Caio Paes, Carlos Frederico
Ribeiro, Arnaldo de Souza, Chirley da Silva, Heitor Mota,Joyce
Vicente, Lara Teixeira, Bárbara Lacerda, Cristiane Silva, Leonardo
Trindade, Lara Prazeres, Vinícius Paes e Luma Teixeira.
A presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia
Cordeiro, lembra que a Prefeitura fomenta as práticas culturais em todas
as vertentes, tanto na música, quanto na dança e no teatro, dando
oportunidade aos jovens de se expressarem, descobrindo talentos e
diminuindo os índices de criminalidade, pois a violência e a cultura não
dominam o mesmo espaço.
OUTRAS PEÇAS - Já foram apresentadas as peças
Tribobó City, de Maria Clara Machado; Histórias, Panos e Lendas, de
Wladimir Capela; Ser ou não ser Shakespeare “Fragmentos”; Uma história
de Natal, de Charles Dickens; Bailei na Curva, Os sete gatinhos; Jogos
de Massagre, Nem Patinho, Nem feio; Os saltimbancos; O boi e o burro no
caminho de Belém; A cantora Careca, Eugene Ionesco.
Com informações do Jornal O Diario e Assessoria da FCJOL
Nenhum comentário:
Postar um comentário