Uma comunidade cravada no meio de morros, de comportamento hostil e convivência limitada ao espaço físico ocupado por ela. Carobinho, na região do Imbé, recebeu na semana passada, a expedição realizada pela Fundação Municipal Zumbi dos Palmares, Instituto do Desenvolvimento Afro Norte e Noroeste (Idannf), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Instituto Historiar. A dificuldade de acesso à área e o parentesco entre as famílias são fortes indícios, segundo o presidente da Zumbi dos Palmares, Jorge Luís dos Santos, de que Carobinho é uma comunidade remanescente de quilombo.
Na primeira visita dos representantes das instituições foi possível perceber a forte influência quilombola entre as cerca de 10 famílias que moram no local de difícil acesso e que dispõem apenas de energia elétrica, instalada há pouco mais de um ano e meio.
Na primeira visita dos representantes das instituições foi possível perceber a forte influência quilombola entre as cerca de 10 famílias que moram no local de difícil acesso e que dispõem apenas de energia elétrica, instalada há pouco mais de um ano e meio.
A coodernadora das mulheres empreendedoras quilombolas do Idannf, Luciana Muniz participou deste visitação e ressaltou a importância dessa descoberta. " Estamos trabalhando na valorização das comunidades quilombolas" disse Luciana.
Fonte: Secom
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