Após a paralisação na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), agora são os servidores da rede da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) que cruzam os braços nesta quarta-feira (05). De acordo com o Sindicato de Profissionais de Educação da Faetec (Sindpefaetec), a paralisação de 24 horas é em protesto ao “descaso do governo estadual”. Com isso, nas unidades da Faetec, em Campos, caso haja adesão total na greve, não haverá aulas nesta quarta-feira no Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam), no Turfe Clube; Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins, no Horto; e Escola Técnica Agrícola Antônio Sarlo, no Parque Aldeia.
“O Governo (Sérgio Cabral) deu míseros 12% de reajuste salarial em 2007 e 2008, mas nossas perdas são muito maiores do que isso! Queremos 48% de reposição de perdas salariais!
Queremos o pagamento dos nossos direitos trabalhistas!”, ressalta o sindicato.
A categoria reclama ainda da falta de concurso público e do vale-transporte. “O governador Sergio Cabral Filho não se pronunciou até hoje sobre reajuste salarial para o funcionalismo público, apesar da inflação corroer nossos salários e os preços de todas as mercadorias aumentarem a cada dia”, reclama o sindicato.
Hoje, a categoria, através dos diretores do Sindpefaetec, participa de Audiência Pública da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), com a presença do presidente da Faetec, Celso Pansera.
“Vamos mostrar ao senhor Celso Pansera que não está tudo bem e que merecemos respeito”, reivindica o sindicato.
Nenhum comentário:
Postar um comentário