A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, anunciou nesta quarta-feira (28), após reunião com o secretário municipal de Saúde, Paulo Hirano, o diretor geral do Hospital Geral de Guarus (HGG), Otávio Cabral, e o presidente da Fundação João Barcelos Martins, Ricardo Madeira, uma série de medidas na área da Saúde. A principal delas é a criação de um pronto atendimento pediátrico no HGG nos finais de semana, que tem como objetivo suprir as deficiências apresentadas com o fechamento dos postos de saúde neste período, sobrecarregando o atendimento no local. Além disso, haverá um reforço no Posto de Urgência (PU) de Guarus, com o deslocamento de pediatras para os plantões nos finais de semana.
“O fim de semana sempre apresenta uma sobrecarga em razão do fechamento dos postos de saúde. Mas é preciso lembrar que a falta de pediatras não é um problema de Campos, isso acontece em todos os municípios do país”, ressaltou Rosinha.
Outra medida anunciada pela prefeita é a volta das operações de cataratas no HGG. Segundo ela, até o próximo dia 20, o trabalho vai estar restabelecido. “Não há como negar que a saúde melhorou muito com a implantação do ‘Emergência em Casa’, que atende desde o ano passado os 36 bairros de Guarus e em toda a Baixada Campista desde o período de verão”, disse Rosinha, lembrando que foram adquiridas 56 ambulâncias, implantados 23 polos de coleta de exame e o número de pólos de marcação de consulta subiu para 50 nos últimos meses.
Outro fator importante lembrado por ela foi o benefício trazido pela vacina Prevenar, que diminuiu o número de morbidade infantil, número que deve diminuir ainda mais com a nova vacina Prevenar 13 valente para crianças com idades entre 2 e 5 anos, que vai proteger contra 13 sorotipos, ampliando assim o número de beneficiados.
As obras realizadas no HGG também receberam uma atenção especial da prefeita, que divulgou a informação de que o ar condicionado já está em fase final de reparação, enquanto o problema de goteiras está praticamente resolvido. “É preciso uma chuva mais forte para que o trabalho feito para acabar com as goteiras possa ser avaliado e corrigido, caso apareça em outros locais. Essa é uma prática normal em reformas como essa”, finalizou Rosinha.
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